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Movimentação nos portos públicos do País cresceu 3,2% no primeiro trimestre, mas nos terminais privados houve queda de 2,3%.

Portos movimentaram 249,2 milhões de toneladas no 1º trimestre - Economia Valemoney
O granel sólido continuou com sua participação significativa na movimentação de cargas do país (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

A movimentação de cargas nos portos públicos brasileiros cresceu 3,2% no primeiro trimestre de 2018 e nos terminais privados houve uma queda de 2,3% no mesmo período. Os dados constam do boletim informativo Aquaviário do 1º Trimestre de 2018, divulgado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

De acordo com a Antaq, o total de cargas movimentadas no primeiro trimestre foi de 249,2 milhões de toneladas no período, dos quais 84,1 milhões nos terminais públicos e 165,1 nos privados. O resultado geral representa queda de 0,5%, cerca de 1,2 milhão de toneladas, em relação ao primeiro trimestre de 2017.

O granel sólido continuou com participação significativa na movimentação de cargas do País, representando 61,8% do total do período. O granel líquido e gasoso vem em seguida, com 22,1% do total de cargas. Em terceiro lugar aparecem os contêineres, com 10,6% do volume total transportado. As demais cargas somam 5,5%

Entre os grupos de mercadorias de maiores movimentações no primeiro trimestre de 2018, o destaque é para o minério de ferro, com 87,5 milhões de toneladas. Em segundo lugar vem o petróleo, com 48,7 milhões de toneladas e decréscimo de 1,1%. Outros destaques no primeiro trimestre de 2018 foram o milho e a soja.

Destinos
Em relação ao total de cargas exportadas, a China aparece como o principal destino com 47,2% do total de cargas exportadas. No primeiro trimestre de 2018, os portos brasileiros transportaram 68,9 milhões de toneladas para o país asiático. Em seguida vem a Malásia com 5,1% do total de cargas e 7,4 de toneladas exportadas. Em terceiro lugar vem a Holanda com 4,8% das cargas exportadas, um volume de 7 milhões de toneladas.

Fonte: https://anba.com.br/



As contas de luz em junho terão bandeira tarifária vermelha no patamar 2, o maior patamar entre as faixas tarifárias. 


Haverá cobrança extra nas contas de luz de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A cobrança da nova bandeira foi anunciada hoje (25) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

De acordo com a Aneel, a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e a redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, há a necessidade de usar energia produzida pelas usinas termelétricas, que têm maior custo de produção.

"Com o fim do período úmido, os reservatórios do Sul apresentaram redução de volume provocando o aumento do risco hidrológico (GSF) e o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD). Além disso, a previsão de chuvas é baixa quando comparada à média histórica. O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada", disse a agência.

Em maio, vigorou a bandeira tarifária amarela, em que há adicional de R$ 1 na conta de energia do consumidor a cada 100 kWh consumidos. Nos quatro primeiros meses dos ano, vigorou a bandeira verde, em que não há cobrança extra na conta de luz.

Na terça-feira (22), o presidente da Aneel, Romeu Rufino chegou a afirmar que a tendência era de manutenção da bandeira amarela. Segundo Rufino não houve alterações relevantes nas condições que levaram a agência a adotar a bandeira amarela agora em maio.

Sistema
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde, amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. No patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3,00 a cada 100 kWh; já no 2, o valor extra sobe para R$ 5,00.

Com a adoção da bandeira vermelha, a Aneel aconselha os consumidores a adotar hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado, entre outros.

Sabrina Craide
http://agenciabrasil.ebc.com.br/